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Memória DDR3 (Double Data Rate 3)

Introdução

As memórias DDR3 (Double Data Rate 3) chegaram ao mercado para substituir o padrão DDR2, tal como este substituiu o tipo DDR. A motivação dessa mudança é, como sempre, a necessidade de melhor desempenho. Neste artigo, você verá as principais características das memórias DDR3 e conhecerá suas diferenças em relação aos padrões anteriores.

Principais características das memórias DDR3

As memórias DDR se destacam em relação ao padrão anterior - memórias SDR SDRAM - porque são capazes de realizar duas operações de leitura ou escrita por ciclo de clock (em poucas palavras, a velocidade com a qual o processador solicita operações - entenda mais neste artigo sobre processadores). As memórias DDR2, por sua vez, dobram essa capacidade, realizando quatro operações por ciclo de clock.
O tipo DDR3 segue o mesmo caminho: dobra a quantidade de operações por vez em relação ao padrão anterior, ou seja, realiza 8 procedimentos de leitura ou gravação a cada ciclo de clock, quatro no início deste e outros quatro no final.
Para compreender melhor este aspecto, considere que, quando nos referimos ao ciclo de clock, estamos tratando da comunicação da memória com o exterior. Porém, a memória trabalha com uma frequência própria internamente.
Levando essa característica em conta mais a questão das operações por ciclo de clock, temos o seguinte cenário:
- Um módulo DDR-400, por exemplo, funciona internamente a 200 MHz, mas oferece 400 MHz por trabalhar com duas operações por ciclo (2 x 200);
- Um pente DDR2-800, que também funciona internamente a 200 MHz, pode oferecer 800 MHz, já que faz uso de quatro operações por vez (4 x 200).
- Seguindo a mesma lógica, podemos tomar como exemplo um módulo DDR3-1600 que, assim como os anteriores, funciona internamente a 200 MHz, no entanto, por utilizar 8 operações por ciclo de clock, pode oferecer 1.600 MHz (8 x 200).
Vale frisar que, em termos gerais, as taxas da frequência de comunicação externa são quatro vezes maiores que o clock interno. Com isso, um módulo que trabalhar internamente a 200 MHz funciona externamente a 800 MHz, por exemplo.
Há, no entanto, um aspecto onde a memória DDR3 leva desvantagem: a latência, em poucas palavras, o tempo que a memória leva para fornecer um dado solicitado. Quanto menor esse número, melhor. Eis as taxas mais comuns para cada tipo de memória:
- DDR: 2, 2,5 e 3 ciclos de clock;
- DDR2: 3, 4 e 5 ciclos de clock;
- DDR3: 7, 6, 8 ou 9 ciclos de clock.
Perceba que, com isso, um módulo DDR2 pode gastar até 5 ciclos de clock para começar a fornecer um determinado dado, enquanto que no tipo DDR3 esse intervalo pode ser de até 9 ciclos.
Para conseguir diminuir a latência, fabricantes fazem uso de vários recursos nos módulos DDR3, como um mecanismo de calibragem de sinal elétrico, que proporciona maior estabilidade nas transmissões.
Saiba mais sobre latência no texto Memória ROM e RAM.
No que se refere ao consumo de energia, as memórias DDR3 conseguem levar vantagem em relação às tecnologias anteriores: por padrão, trabalham com 1,5 V, contra 1,7 V e 2,5 V dos tipos DDR2 e DDR, respectivamente. É importante destacar, no entanto, que esses valores podem ser aumentados ligeiramente pelo fabricante para atender a determinadas necessidades - alcançar um determinado nível de clock, por exemplo.

Dual-Channel e Triple-Channel


Tal como acontece com seus antecessores, os módulos DDR3 também podem trabalhar com o esquema Dual-Channel, onde controlador faz com que as memórias possam transferir o dobro de dados por ciclo: em vez de 64 bits, transferem 128 bits.
Mas, a partir da linha de processadores Intel Core i7, as memórias DDR3 passaram a contar com uma nova modalidade: Triple-Channel. Como o nome indica, neste modo, as memórias passam a trabalhar com o triplo de dados por ciclo. Assim, se cada canal transmite 64 bits, temos então um total de 192 bits por vez. Além disso, se no modo Dual-Channel é necessário utilizar dois pentes de memória com as mesmas especificações, no Triple-Channel são necessários três. Isso indica que a placa-mãe necessita contar não só com um chipset compatível (o mesmo vale para o processador) como também possuir mais slots de memória, tornando tais dispositivos mais caros ao usuário.
Placa-mãe com suporte a Triple-Channel - Imagem por Asus
Da mesma forma que é possível encontrar kits com pentes de memória para Dual-Channel, há fabricantes disponibilizando kits para Triple-Channel.

Aspectos físicos das memórias DDR3

Assim como as memórias DDR e DDR2, os módulos DDR3 contam com uma ranhura, isto é, com uma pequena divisão entre seus terminais de contato. Para evitar confusão entre os padrões, cada tipo possui esse espaço em uma posição diferente. No caso das memórias DDR3, a ranhura está mais à esquerda. A imagem abaixo mostra um comparativo entre os três tipos:

As memórias DDR3 seguem o exemplo do tipo DDR2: geralmente são encontradas com chips que utilizam encapsulamento CSP (Chip Scale Package) com encaixes FBGA (Fine pitch Ball Grid Array), cuja principal característica é o fato de os terminais do chip serem pequenas soldas. A vantagem disso é que o sinal elétrico flui mais facilmente e há menos chances de danos físicos. A memória DDR, por sua vez, é frequentemente encontrada em encapsulamento TSOP (Thin Small Outline Package). Saiba mais sobre isso no artigo Memórias ROM e RAM.

Nos notebooks, as memórias geralmente possuem dimensões diferentes - Na foto, um pente DDR3 em um Macbook Pro
O número de contatos dos módulos DDR3 também é o mesmo dos pentes DDR2: 240. O tipo DDR possui 184.

On-Die Termination (ODT)

Este é mais um ponto onde as memórias DDR3 são semelhantes ao padrão DDR2: ambas trabalham com um recurso denominado On-Die Termination (ODT). Trata-se de uma tecnologia que ajuda a evitar erros de transmissão. Como?
Os sinais elétricos sofrem um efeito de retorno quando chegam ao final de um caminho de transmissão. Grossamente falando, é como se a energia batesse em uma parede no final de seu caminho e voltasse. Por motivos diversos, esse efeito também pode ocorrer no "meio do caminho". No caso das memórias, esse problema, conhecido como "sinal de reflexão", pode significar perda de desempenho e necessidade de retransmissão de dados.
Nas memórias DDR, esse problema é tratado por meio de um método que reduz o sinal de reflexão a partir de resistores que são adicionados à placa-mãe. É desse dispositivo que vem o nome "terminação resistiva".
Nas tecnologias DDR2 e DDR3, a terminação resistiva na placa-mãe não se mostrou eficiente, pelas características físicas desses tipos de memória. Diante desse problema, foi necessário estudar alternativas e então surgiu o ODT. Nesta tecnologia, a terminação resistiva fica dentro do próprio chip de memória. Com isso, o caminho percorrido pelo sinal é menor e há menos ruídos, isto é, menos perda de dados. Até a placa-mãe acaba se beneficiando dessa tecnologia, já que um componente deixa de ser adicionado, reduzindo custos de produção.

Nomenclatura das memórias DDR3

Tal como suas antecessoras, as memórias DDR3 seguem duas denominações: DDR3-XXXX ePC3-YYYY, onde YYYY indica a quantidade de megabytes transferidos por segundo (valor máximo teórico). A tabela a seguir mostra as especificações mais comuns:

Faltou explicar o significado de XXXX, não é mesmo? Esse número faz alusão a uma medida conhecida como megatransfer - em nosso caso, megatransfer por segundo, isto é, MT/s -, que informa a quantidade de dados transferidos por vez. Assim, um módulo DDR3-800 indica que o dispotivos trabalha com até 800 milhões de transferência de dados por segundo.

Finalizando

DDR, DDR2 e, agora, DDR3. Tanta variação faz parte da necessidade constante que a indústria tem de oferecer tecnologias que possam acompanhar o crescente poder dos processadores. Isso indica que um novo padrão, talvez o DDR4, está por vir? Pode ter certeza que sim. Empresas como Intel e entidades comoJEDEC já trabalham nas especificações de novos de memórias que possam ser não só mais rápidas, mas também viáveis em termos de custo e consumo de energia.

Fonte: infowester

Dicas - Windows: como formatar e montar um novo disco rígido ou SSD

Veja como fazer para o sistema reconhecer drives que não aparecem no Windows Explorer
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O Windows é um sistema inteligente, mas nem sempre ele consegue detectar dispositivos externos. Não são raras as situações em que o SO não exibe um novo HD no Windows Explorer.
Pensando nessas ocasiões, resolvemos montar um tutorial para você forçar o sistema a exibir seu disco rígido (externo ou interno) entre as unidades no Windows Explorer. Além disso, vamos mostrar como é fácil criar partições e formatar seus dispositivos de armazenamento.


Forçando o reconhecimento do drive

Normalmente, o disco rígido é reconhecido pela placa-mãe (aliás, vale verificar na BIOS se o HD foi detectado), sendo que o único motivo para não aparecer no Windows Explorer é um pequeno probleminha no Windows. Para contornar o problema é simples:
  1. Na Área de Trabalho, pressione as teclas “Windows” e “R” para abrir a caixa de diálogo “Executar”;




Escreva no campo “Abrir” o seguinte: diskmgmt.msc;
O “Gerenciamento de Disco” será aberto. Verifique se o seu HD adicional está entre os itens listados;
Clique com o botão direito sobre a unidade que não está aparecendo no Explorer e escolha a opção “Alterar letra de unidade e caminho...”;




Na janela seguinte, pressione o botão “Adicionar”;



Defina uma letra e clique em “OK”;

Pronto. Seu HD deve aparecer no Windows Explorer.

Muitas vezes, pode ser que você está utilizando um HD que estava encostado. Nesses casos, uma formatação e, quem sabe, até a criação de partições são ações que podem garantir o melhor desempenho da unidade. Veja como fazer:
  1. Ainda na tela de “Gerenciamento de disco”, clique com o botão direito sobre o HD e abra o item “Excluir volume...”;



O espaço disponível na unidade será identificado como “Não alocado”. Para criar um novo volume de dados, clique com o botão direito sobre “Novo Volume Simples...”;




  • No assistente que será aberto, clique em “Avançar” para iniciar o processo;
  • Defina o tamanho da primeira partição (em nosso exemplo, optamos por criar uma partição de 100 GB) ou use o tamanho máximo para criar uma única partição;





  • Escolha uma letra a ser atribuída para a unidade;
    Informe se você deseja que o Windows formate a partição, o sistema de arquivos (deixe o NTFS para obter melhor desempenho), o tamanho da unidade de alocação (mantenha o valor padrão) e o rótulo;






    Clique em “Avançar” e, na janela seguinte, revise as ações. Se tudo estiver correto, pressione o botão “Concluir”;
    Você voltará para a tela de “Gerenciamento de disco”, onde a unidade estará em formatação;




    Caso você tenha repartido o HD em duas partes, repita as etapas anteriores para criar a outra partição e formatar;
    Acesse o “Meu Computador” e aproveite suas partições.





    Essa foi moleza, hein? É bem provável que isso não seja novidade para muitas pessoas, mas achamos sensato deixar esta dica básica para os novatos da informática. Se você tiver mais alguma dica, deixe seu comentário e ajude os demais que têm dúvidas.

    Leia mais em: Tecmundo



    Hyper Threading - Tecnologias do processador que fazem a diferença na velocidade de dados.

    De que modo os sistemas operacionais podem fazer mais e ter melhor desempenho

    A Tecnologia Hyper-Threading Intel® (Tecnologia Intel® HT)1 usa os recursos do processador com mais eficiência, permitindo que múltiplos threads sejam executados em cada núcleo. Por ser um recurso de desempenho, a Tecnologia Intel HT também aumenta a produtividade do processador, melhorando o desempenho geral do software encadeado.


    A Tecnologia Intel HT está disponível nos processadores Intel® Core™ de geração anterior, 4ª geração da família de processadores Intel® Core™ e família de processadores Intel® Xeon®. Ao combinar um desses processadores e chipsets Intel® com um SO e BIOS compatíveis com a Tecnologia Intel HT, é possível:

    • Executar aplicativos sofisticados simultaneamente, mantendo, ao mesmo tempo, a agilidade do sistema
    • Manter os sistemas protegidos, eficientes e gerenciáveis minimizando, ao mesmo tempo, o impacto sobre a produtividade
    • Fornecer espaço suficiente para o crescimento futuro da empresa e novos recursos de solução

    Grande quantidade de gráficos sem prejuízo

    Com a Tecnologia Intel HT, os entusiastas de multimídia podem criar, editar e codificar arquivos com muitos gráficos enquanto executam aplicativos em segundo plano, como software de proteção contra vírus, sem comprometer o desempenho do sistema.

    Mais tarefas, empresa mais eficiente

    Os processadores com Tecnologia Intel HT e Tecnologia Intel® Turbo Boost (ou Tecnologia Intel® Turbo Boost 2.0, disponível na 4ª geração da família de processadores Intel Core) oferecem melhor desempenho e podem concluir tarefas com mais rapidez. A combinação de tecnologias permite o processamento simultâneo de múltiplos threads, adapta-se dinamicamente à carga de trabalho e desativa automaticamente os núcleos inativos. Isso aumenta a frequência do processador nos núcleos ocupados, fornecendo ainda mais desempenho para aplicações segmentadas.


    Graças à tecnologia Intel HT, as empresas podem:

    • Melhorar a produtividade executando mais tarefas simultaneamente sem reduzir a velocidade
    • Fornecer tempos de resposta mais rápidos para aplicativos de Internet e comércio eletrônico, melhorando as experiências dos clientes
    • Aumentar o número de transações que podem ser processadas ao mesmo tempo
    • Utilizar as tecnologias dos aplicativos de 32 bits existentes enquanto mantêm a disponibilidade futura para 64 bits

    Avaliando a prontidão do sistema

    A Tecnologia Intel® HT está disponível em vários sistemas para notebooks, desktops, servidores e workstations. Procure sistemas que tenham o logotipo da Tecnologia Intel HT e confirme com o revendedor se o seu sistema utiliza a Tecnologia Intel HT.

    Requisitos do sistema1

    • Um processador com suporte para a Tecnologia Intel® HT
    • Chipset habilitado para a Tecnologia Intel® HT
    • BIOS de sistema habilitado para a Tecnologia Intel® HT
    • Sistema operacional habilitado/otimizado para a Tecnologia Intel® HT

    Fonte: Intel

    Saiba as diferentes versões do Windows 8.

    O Windows 8 vem se popularizando no mercado de trabalho, porém ainda existem muitas duvidas quanto a suas versões, qual a melhor opção dentre as disponíveis hoje para compra. Devido a mudança das “versões” e nomenclatura adotada na versão do Windows 8 frente a adotada anteriormente na versão do Windows 7, muitas empresas ainda possuem duvidas de qual versão deve ser adquirida, quais as suas vantagens, quais suas desvantagens, entre outros. Então vamos descrever quais versões estão disponíveis, quais suas limitações e vantagens.

    Existem disponíveis hoje no mercado 4 versões do Windows 8, que são elas:
    • Windows RT
    • Windows 8 (Single Language)
    • Windows 8 Pro
    • Windows 8 Enterprise
    Primeiro vamos falar um pouquinho do Windows 8. O S.O. é a ultima versão disponibilizada pela Microsoft, a mesma tem como foco padronizar o Sistema Operacional de todas as plataformas, ou seja, o mesmo tem como objetivo rodar tantos em dispositivos “moveis” (Tablets), como Notebooks, Computadores Pessoais, nas empresas entre outros. Um dos objetivos é criar um ambiente de trabalho que agrade e seja padrão em todos os dispositivos, tornando o mesmo unificado e adequado para que qualquer pessoa possa trabalhar da mesma forma que utiliza seu computador pessoal ou tablet.
    Agora vamos falar um pouco sobre cada uma destas versões.

    Windows RT (Run Time)


    O Windows RT não é mais uma versão do Windows disponível para compra, o mesmo é praticamente “igual” ao Windows 8, porém o mesmo foi desenvolvido para ter melhor desempenho e qualidade nos Tablets que utilizam exclusivamente processadores ARM, além de fornecer melhor experiência ao usuário que deverá utilizar a Windows Store para realizar Instalação de Aplicativos em seus computadores.
    Então qual a diferença do Windows RT para o Windows 8?
    • Não possui o Modo Desktop (“Aparência do Windows 7”).
    • Não está à venda para licenciar dispositivos pessoais.
    • É totalmente incompatível com instalação de softwares locais disponíveis para desktop, ou seja, aplicativos que você necessita de algum executável (.msi, .exe), no Windows RT você só poderá instalar aplicativos através da Windows Store.
    • Foi desenvolvido e aprimorado para instalação em dispositivos com microprocessador ARM.
    • Vem pré-instalado em dispositivos com microprocessador ARM (como tablet).

    Windows 8

    Está versão do Windows costuma vir pré-instalada em novos Tablets, Notebooks e Desktops e computadores All-in-on. Mas você não falou que os Tablets com Windows 8 vem com a versão RT? Não, a versão do Windows RT foi desenvolvida para rodar em dispositivos com microprocessador ARM, porém a Microsoft desenvolveu duas versões de Tablets a versão Microsoft Surface RT e a Microsoft Surface Pro está ultima versão utiliza um processador Intel e não um ARM, por isto existe esta diferença.
    Qual a diferença da versão do Windows 8 para as outras?
    • Possui modo Modo Desktop (“Aparência do Windows 7”).
    • Disponível atualmente para Atualização da Versão do Windows 7.
    • Possibilita a instalação de Softwares normalmente além de poder utilizar a Windows Store para download de aplicativos.
    • Costuma vir pré-instalado em Tablets, Notebooks, Desktops e computadores All-in-on (caso utilizem Windows como Sistema Operacional).
    • Não funciona em ambientes empresariais que necessitam inserir os computadores no Domínio.
    • Recursos como Boot via CHD, Group Policy, Hyper-V, AppLocker, Windows to Go, DirectAccess, BranchCache e Windows Media Center, não estão disponíveis para está versão do Windows.

    Windows 8 Pro

    Está é a versão “completa” do Windows 8 disponível para usuários finais. Está versão funciona em Tablets, All-in-on, Ultrabooks entre outros. Está versão poderá ser instalada em computadores que utilizam hoje Windows 7, pois o Hardware requerido pelo novo S.O. continua sendo o mesmo.
    A versão do Windows 8 Pro possui mais recursos que a versão do Windows 8 além de poder ser utilizado em ambiente corporativo, lembrando que diversos dos recursos utilizados em ambiente corporativos não estarão disponíveis para está versão. Está versão costuma sendo muito utilizada em empresas menores que costumam fazer a compra de computadores com Windows já pré-instalado. Quais as diferenças desta versão para as demais?
    • Ela possui todos os recursos disponíveis na versão do Windows 8.
    • Pode ser inserida no Domínio, para empresas que possuem AD.
    • Possui recursos como Boot via VHD, Group Policy, BitLocker e Hyper-V. Além disto está é a única versão em que você pode adquirir o Windows Media Center.

    Windows 8 Enterprise

    Está versão está disponível para empresa que possuem Volume License (Licença por Volume), a mesma é desenvolvida com total foco em empresas, esta versão possui diversos recursos a mais que as outras versões, possibilitando aos administradores de empresa o controle sobre os recursos e customização dos Sistemas Operacionais. Qual a diferença desta versão para as outras.
    • Possui todas as vantagens do Windows 8 Pro;
    • Possui os seguintes recursos não disponíveis em outras versões do Windows 8: AppLocker, Windows To Go, DirectAccess, BranchCache e pode ser virtualizado por RemoteFX;
    • Só pode ser adquirido por empresas que possuem Volume License (Licença por Volume).

    Conclusão

    Como podemos verificar as diferentes versões do Windows disponibilizam recursos diferentes e foram desenvolvidas para objetivos diferentes, então entenda qual a sua necessidade, qual a necessidade de sua empresa para que você faça a escolha correta e não tenha surpresas desagradáveis.


    Saiba a Diferença entre as Versões do Windows 7.

    Windows 7 Starter, o “basicão”

    Como o próprio título acima sugere, esta versão do Windows é a mais simples e básica de todas. A Barra de Tarefas foi completamente redesenhada e não possui suporte ao famoso Aero Glass. Uma limitação da versão é que o usuário não pode abrir mais do que três aplicativos ao mesmo tempo.
    Esta versão será instalada em computadores novo apenas nos países em desenvolvimento, como Índia, Rússia e Brasil. Disponível apenas na versão de 32 bits.


    Windows 7 Home Basic, o meio-termo

    Esta é uma versão intermediária entre as edições Starter e Home Premium (que será mostrada logo abaixo). Terá também a versão de 64 bits e permitirá a execução de mais de três aplicativos ao mesmo tempo.
    Assim como a anterior, não terá suporte para o Aero Glass nem para as funcionalidades sensíveis ao toque, fugindo um pouco da principal novidade do Windows 7. Computadores novos poderão contar também com a instalação desta edição, mas sua venda será proibida nos Estados Unidos.


    Windows 7 Home Premium, “completão”

    Edição que os usuários domésticos podem chamar de “completa”, a Home Premium acumula todas as funcionalidades das edições citadas anteriormente e soma mais algumas ao pacote.
    Dentre as funções adicionadas, as principais são o suporte à interface Aero Glass (finalmente!) e também aos recursos Touch Windows (tela sensível ao toque) e Aero Background, que troca seu papel de parede automaticamente no intervalo de tempo determinado. Haverá ainda um aplicativo nativo para auxiliar no gerenciamento de redes wireless, conhecido como Mobility Center.



    Leia mais em: Tecmundo

    Qual é o smartphone mais potente?

    Antes de mais nada, é bom que se diga: são aparelhos de gerações diferentes. Uns chegaram ao mercado há quase um ano, outros são mais recentes e estão nas prateleiras há pouco tempo. Mas eles são os smartphones mais potentes e mais caros disponíveis no mercado brasileiro no momento. Vamos ver quem é campeão. E vamos começar a avaliação logo por um dos itens mais essenciais em qualquer aparelho...
    ... a tela
    Aqui, temos uma disputa entre os grandes e o pequeno. Os maiores são o Galaxy S4 e o Xperia ZQ, com 5 polegadas de tela. Logo em seguida vêm o Optimus G, com 4,7, mesma medida do Razr HD. O menorzinho é o iPhone 5, com suas 4 polegadas. Perto dos outros, ele parece bem pequenino.
    Para ver vídeos e fotos é realmente bacana ter uma tela maior. O Galaxy S4 usa a tecnologia Super Amoled, que chama atenção principalmente pelo contraste – às vezes até alto demais, o que normalmente deixa as cores mais quentes e saturadas. No iPhone 5, ainda que o contraste não seja tão alto, a tela Retina mostra cores mais naturais e fieis à realidade – o que é interessante na hora das fotos. Agora, para ver vídeos, o alto contraste do Samsung chama atenção... preste atenção principalmente na diferença dos tons de preto.
    Quem também faz bonito no quesito tela é o Xperia ZQ. Junto com o Galaxy S4, ele é o único aparelho que também é Full HD, o que dá uma boa diferença na qualidade de imagem. Mas a tela do Xperia não é tão contrastada quanto a do Galaxy e, por isso, ele se sai melhor que o Samsung quanto o assunto são fotos. Já nos vídeos, o Samsung continua na frente.
    Fechando esse circuito das telas, temos o Optimus G, que também oferece uma tela com ótimo desempenho. Ela é bem similar à do iPhone, aliás, com tecnologia LCD IPS.
    Por fim, temos o Razr HD. Que fecha esse grupo, mas não fica muito atrás dos outros, com uma tela com ótima qualidade, ainda que seja, tecnologicamente, a mais simples. Ou seja: no quesito tela, temos um empate entre Galaxy S4 e Xperia ZQ. Em seguida, outro empate entre iPhone 5 e Optimus G e, um pouco mais atrás, o Razr HD.
    Design
    A Apple sempre se destacou pelo design dos seus produtos. O iPhone 5 segue a mesma linha dos aparelhos antigos; apenas esticou um pouco o tamanho da tela. O acabamento em alumínio na parte de trás é resistente a riscos e não oferece mais a fragilidade do vidro que vinha nos iPhones 4 e 4S. Seu grande rival, o Galaxy S4 é, mais arredondado, mas o acabamento traseiro em plástico não chama tanta atenção; poderia ser melhor para um dispositivo top de linha.
    O Optimus traz a mesma solução de iPhones mais antigos, com vidro dos dois lados. O mais resistente é, sem dúvida, o Razr HD, com seu acabamento em Kevlar. O Xperia ZQ é quem decepciona um pouco para um smartphone dessa categoria: seu acabamento é em plástico.
    O mais leve deles é o iPhone, com 112g. Em seguida, vem o Galaxy S4, com apenas 130g num aparelho desse tamanho. Depois, praticamente empatados, vêm o Optimus G, com 145g, e o Razr HD com 146g. Por último, um pouquinho mais pesado, temos o Xperia, com 151g.
    Quando o assunto é beleza, gosto não se discute. Por isso, nunca atribuímos notas a esse quesito. Porém, no quesito qualidade dos materiais usados, quem leva a melhor é o iPhone 5, com seu belo acabamento em alumínio. Para completar, ele é disparado o mais leve... Em seguida, vêm o Razr HD, seguido pelo Optimus G. Aqui, Galaxy S4 e Xperia ZQ ficam com a lanterna.
    Câmera
    Três dos aparelhos testados trazem câmeras com 13 megapixels de resolução: o Galaxy S4, o Optimus G e o Xperia ZQ. iPhone 5 e Razr HD trazem câmeras com 8 megapixels. Ainda que a quantidade de megapixels não seja o melhor indicador de qualidade de uma câmera, geralmente quanto mais megapixels, também melhor é o conjunto ótico. Nos nossos testes isso foi quase verdade. De fato, as melhores câmeras são as do Xperia ZQ, do Galaxy S4 e do Optimus G.
    A câmera do Sony chama a atenção pela fidelidade de cores e bom nível de contraste. Porém, mesmo tendo 5 megapixels a menos que os concorrentes, a câmera do iPhone não deixou a desejar e praticamente empatou com as de 13 megapixels em termos de qualidade. Quem ficou por último foi o Razr HD. Aliás, não é de hoje que as câmeras dos Motorola deixam a desejar.
    Processador e desempenho
    Infelizmente o Galaxy S4 que chegou às nossas mãos não é aquele com processador de oito núcleos. Para nossa avaliação, recebemos um modelo com 4 núcleos, processador Snapdragon 600 de 1.9 gigahertz e 2 GB de memória RAM. O Xperia ZQ e o Optimus G trazem o mesmo processador: um também quatro núcleos Snapdragon Pró Krait, um pouco mais fraco que o processador do Galaxy, com 1.5 gigahertz. Ambos também trazem 2 GB de RAM. O Razr HD vem em seguida, com um processaor dual core 1,5 gigahertz e 1 GB de RAM.  O iPhone 5 traz o processador dual-core A6 da Apple com velocidade de 1.2 gigahertz e 1 GB de RAM.
    O aparelho da Samsung é o mais poderoso, sem dúvida. Porém, quando testamos experiências do dia a dia, como abrir diversos aplicativos, fotografar e até jogar, a diferença não é perceptível em relação ao Xperia e ao iPhone 5. Optimus G e Razr HD vêm um pouco mais atrás. Aqui chama a atenção a integração do sistema operacional. Mesmo tendo a configuração mais modesta, o aparelho da Apple fica em pé de igualdade com o Galaxy S4 e o Xperia ZQ, que têm hardwares muito mais poderosos.
    O outro lado da moeda fica para a Samsung. O seu Galaxy é quem traz mais inovações. Nós testamos as funções que usam o movimento dos olhos para controlar o aparelho e o reconhecimento de gestos. Com o “Smart Pause” e “Smart Scroll” o vídeo pausa assim que você tira o olho da tela; e, navegando, é possível rolar uma página da web sem tocar a tela. Funciona super bem, mas ainda é meio estranho de usar. Depois de aprender o gesto, não falha mesmo - e o reconhecimento do olho também é bem rápido. Já a função que reconhece a mão por cima do aparelho, sem tocá-lo, falha um pouquinho e é menos intuitiva. Conseguimos rolar páginas e passar fotos. Interessante também, mas com os olhos é mais legal.
    Resumindo, nesse quesito, o Galaxy S4 leva vantagem. Especialmente se você estiver usando aplicativos de alto desempenho, como alguns jogos mais pesados. Em seguida, vem o Xperia ZQ. Em seguida, temos o iPhone, seguido bem de perto pelo Optimus G e, depois, pelo Razr HD.
    Preço
    Hora dolorosa. Como sempre, os preços apresentados aqui valem para aparelhos desbloqueados. Se você estiver disposto a entrar num plano de fidelidade de uma operadora, os valores podem ser bem diferentes.
    O mais caro deles é o iPhone, por 2.400 reais. Em seguida, vem o  Galaxy S4, por 2.300 reais. O Optimus G vem logo depois, por 2 mil reais. Já o Xperia ZQ encontramos por 1.800 reais. E o mais barato de todos, o Razr HD, por 1.450 reais.
    Conclusão
    Como sempre, decisão difícil no Laboratório Digital. E, desta vez, temos uma mudança de cenário. Pelo grau de inovação, pela qualidade dos componentes, pela tela e pela velocidade, a escolha do Olhar Digital como melhor smartphone top de linha vai para o Samsung Galaxy S4.
    Agora vem a mudança. Normalmente, este segundo lugar seria ocupado pelo iPhone 5. Samsung e Apple se batem mundo afora nesse mercado. Porém, nessa avaliação, o segundo lugar ficou com o Xperia ZQ.
    A tela, a câmera, a velocidade e o preço um pouco mais camarada garantiram ao celular da Sony o segundo posto. Em terceiro ficou a Apple, com seu iPhone 5. O quarto lugar ficou com a LG e seu Optimus G. Por último, o Motorola Razr HD.
    Você concorda com nossa escolha? Tem algum desses aparelhos? Registre sua opinião nos comentários.

    Fonte: Olhar Digital

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